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Causas comuns

A alopecia androgenética – ou a calvície, porém, está entre as mais frequentes. E são muitas as dúvidas que cercam o tema. É preciso dizer, antes de mais nada, que os tratamentos levam em conta caso a caso. Remédios ou transplante de cabelos – ou ambos – serão escolhidos depois da consulta e dos exames.

As pessoas confundem e imaginam qualquer queda de cabelo é calvície. Quando falamos em calvície, ao contrário do que muitos opinam, não significa uma perda total dos cabelos. A rigor, temos graus diferentes de calvície. Uma perda muito leve já é considerada um tipo de calvície. Perda leve, é de grau um. E Calvície é o tipo mais comum de queda de cabelo - mas não é o único. Vários outros fatores e tipos levam à queda de cabelos. A calvície, porém, é a mais frequente.

A calvície está dentro de um espectro. Vai desde quadro leve até intenso. Todos nós temos, ao longo da vida, uma queda de cabelos, por menor que seja. Podemos dizer que todos têm um grau de calvície. A intensidade dessa queda vai depender de fatores genéticos individuais. Ou seja, os antecedentes familiares são importantes. Mas se um homem é careca, não quer dizer que o filho e o neto também serão. Pode acontecer - mas não é obrigatório. Pode acontecer de o pai ter mais cabelo do que o filho ou ao contrário. A questão primária é o código genético individual.

O transplante não é indicado apenas para quem enfrenta a queda de cabelos. O procedimento é o caminho também para pessoas que sofreram queimaduras e têm cicatrizes no couro cabeludo, adquiridas de diferentes formas, como em acidentes, por exemplo.

Os cabelos merecem o carinho e a priorização por parte dos pacientes. Mesmo depois do tratamento, a visita periódica ao especialista é imprescindível. Isso vai garantir o bom resultado e a manutenção da saúde dos cabelos.